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O Facebook é o principal responsável pela forma como a sociedade interage nos dias atuais, isso é inegável. No que começou como um anuário de faculdade, hoje abriga informações sobre gostos, preferências, opiniões, demandas, desejos e muitas outras informações pessoais que movimentam um mercado que está sempre conectado e de olho no que o consumidor quer.

Não se trata mais de se relacionar pessoalmente apenas. A rede social é uma extensão da vida das pessoas, por mais absurdo que soe, é verdade. Para muitas inclusive é a principal “vida”. Ela gera lazer, trabalho, stress, amor, ódio, aprendizado, falta dele, ajuda a ficar informado, propaga a desinformação, cria campanhas  preconceito, generosidade, enfim, age como uma sociedade latente e real, num ambiente virtual.

Só que tudo isso só ocorre porque você escolhe compartilhar com os demais usuários essas informações. Tem um filtro pessoal ainda muito importante do que vai ou não para a rede. Mas fique esperto, em pouco tempo isso pode mudar e você nem se dará conta, ou melhor, não terá como fazê-lo.

Isso porque O Facebook  adquiriu a CTRL-Labs, uma startup de tecnologia especializada na criação de pulseiras capazes de ler sinais neurais. Uma empresa com quatro anos de vida, mas que trabalha numa tecnologia que interessa demais a Mark Zuckerberg. 

Funciona assim: a pulseira analisa sinais elétricos gerados por neurônios quando a mente gera uma ação para execução de algum movimento, como pegar um copo, apertar um botão, piscar o olho. Esse sinal é reconhecido pelo equipamento e transmitido para outros dispositivos ligados a ele. Como já ocorre em casos em que eletrodos ligados a mente podem mover articulações mecânicas.

O grande lance é que o Facebook quer usar essa tecnologia de leitura de “intenções” digamos assim, fazendo uma associação com termos e palavras, para que num breve futuro o usuário possa realizar ações como compartilhamento de fotos e envio de arquivos, por exemplo, apenas com a mente. WOW! 

“Ela captura sua intenção para que você possa compartilhar uma foto com um amigo usando um movimento imperceptível ou apenas pretendendo fazê-lo”, afirmou o chefe de realidade virtual e aumentada do Facebook, Andrew Bosworth.

Testes já estão sendo feitos para aliar a tecnologia da CTRL-Labs com o projeto de realidade aumentada do Fecebook.

O valor da compra é mantido em segredo, mas estima-se que a empresa de Mark pagou entre entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão. Vamos combinar, uma “mixaria” para o que um projeto de um potencial desses pode gerar.

Daqui pra frente tome cuidado com o que pensar, alguém vai estar vendo.

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