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“Quando me perguntam se estudei cinema, digo: ‘não, eu fui ao cinema’.”

Salve, Salve, galera!!” Assim como nos últimos dois posts, venho novamente, citar mais uma de minhas referências artísticas. Desta vez, eu vou falar de uma lenda do cinema: Quentin Tarantino. Um dos mais premiados cineasta dos últimos anos.

Quentin Tarantino durante a infância, em foto sem data

Na verdade, me tornei fã desse cara um pouco tarde, através do filme “Django livre”. Após assistir essa obra de arte, nasceu o interesse de conhecer melhor o Tarantino e saber mais sobre outros trabalhos dele. É, o cara é “foda”!

Para quem não o conhece, o Tarantino é americano, e como eu já disse, ele é cineasta, mas também é roteirista, produtor, ator e diretor de fotografia. Segundo sua biografia, ele odiava esportes e, por isso, passava a maior parte do seu tempo assistindo a filmes. Foi aí que iniciou sua paixão pelo cinema. Nascido na cidade de knoxville. Aos dois anos, Quentin se transfere com a mãe para Los Angeles, onde ela se casa com Curt Zastoupil, um músico local que adota o enteado e dá a ele seu sobrenome, TARANTINO.

Quentin Tarantino durante a juventude, em foto sem data

Uma curiosidade: Tarantino quando tinha entre os seus 15 e 16 anos, decidiu abandonar o colégio que frequentava, em Los Angeles, para tornar-se lanterninha em um cinema de filmes eróticos. Sairia ai um diretor de filmes adultos? 😅 não não. Poucos meses se mudou de emprego, e seu contratado como balconista da Video Archives, uma locadora de filmes em Manhattan Beach. Tarantino conta que grande parte de sua criatividade veio a partir, da quantidade de filmes o qual ele teve acesso em seu local de trabalho.

No início de 1989, Tarantino deixa o emprego na locadora para se dedicar aos filmes, com a intenção de dirigir. Chega até a escrever o roteiro de “Assassinos por Natureza” para vender e financiar a produção, mas o projeto não vai para frente e o roteiro de “Amor à Queima Roupa” acaba sendo vendido em 1989 por 30 mil dólares.

Depois de passar quase dez anos tentando fazer filmes, sem sucesso, Tarantino escreve “Cães de Aluguel”, que estava decidido filmar com o que tinha em mãos: 30 mil dólares, uma câmera 16mm e a ajuda dos amigos. Porém, a mulher de Bender seu parceiro na produção do projeto, fez com que o roteiro do filme chegasse até o ator Harvey Keitel. Resultado: Keitel ligou para Tarantino pedindo não só para participar do filme, mas para ser produtor. A entrada do veterano no projeto conseguiu angariar cerca de 1.5 milhão de dólares para o longa. Aqui estou euzinho em busca de um parceiro desse.

Tarantino contou com a ajuda do elenco, que usou as próprias roupas para filmar ‘Cães de Aluguel’

“Cães de Aluguel” estreia no início de 1992, no Festival de Sundance. O longa também é exibido no Festival de Cannes, em maio, e em Toronto, em setembro, onde ganha o prêmio da crítica.

“Logo em seguida, dirigiu um dos seus maiores sucessos, Pulp Fiction – Tempo de Violência (1994), que ressuscitou a carreira de John Travolta, deu novo impulso para Samuel L. Jackson e Uma Thurman e ainda rendeu a Tarantino sua primeira indicação ao Oscar, como melhor diretor. E acabou levando o Oscar de Melhor roteiro Original”.

John Travolta, Samuel L. Jackson

Depois de seis anos sem lançar um filme, Tarantino resgata sua musa Uma Thurman para estrelar a odisseia de vingança de “Kill Bill”, dividida em dois longas que fazem homenagem aos filmes de artes marciais.

“MUSICAL SEM SER MUSICAL – Quem já assistiu os filmes de tarantino, sabe que a música é um elemento tratado com zelo em seus filmes, e não raramente cenas totalmente musicais são incorporadas a suas produções, promovendo momentos inesquecíveis”.

“Quem não se lembra da cena da dança entre os personagens de John Travolta e Uma Thurman em Pulp Fiction, ao som de “You Never Can Tell”, de Chuck Berry, ou adicionar Rap em um filme de faroeste. Hahahahha

“Sempre adorei as cenas musicais em filmes, particularmente adoro quando os filmes não são musicais. Minhas cenas musicais favoritas sempre foram as de Godard, porque elas vêm do nada. É tão contagiante, tão simpático. E o fato de que não é um musical e ele para o filme para ter uma cena musical torna tudo mais doce”.

Em 2009, lançou um dos filmes mais clássico, o Bastardos Inglórios, este filme rendeu o Oscar de melhor ator a Christoph Waltz (que pra mim, foi um dos vilões mais incríveis da história).

E Pra fechar esse breve relato, do meu filme favorito, “Django Livre”.

Jamie foxx como django
Christoph Waltz e Jamie Foxx em cena de Django Livre

Sempre houve um pedido da galera do cinema para Tarantino dirigir um filme do velho oeste e, quando ele anunciou que Django estava a caminho, veio junto uma grande curiosidade e ansiedade do público, pra ver a perspectiva de Tarantino. Obviamente que o homi não deixou a desejar. 

Django Livre é excessivo. Tramas incrivél, personagens incriveis, reviravoltas incriveis, e claro, a marca do Tarantino: jorra sangue pakassss. Hahahaha  

Isso claro é apenas um resumo, da brilhante carreira de Quentin Tarantino. Sem dúvidas um dos maiores diretores da história.

Fui!

Att, Diego Ruahn

diegoruahn.com.br

Referência Bibliográfica:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Quentin_Tarantino

https://www.papodecinema.com.br/artistas/quentin-tarantino/

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