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Os streamings ainda são um tipo de novidade tecnológica. Nesse cenário inovador para clientes e empresas, a Netflix se consolidou como a líder do mercado audiovisual. Ao menos por enquanto. Isso porque a Disney entrou na disputa e, a partir de novembro, promete competir de igual para igual, lançando o serviço Disney+.

Para se diferenciar de sua principal concorrente, a empresa do Mickey Mouse promete atender a um dos principais pedidos dos usuários: facilitar a busca. Nos testes iniciais, o layout de busca facilita o uso ao deixar de lado as sugestões tradicionais da Netflix. Por isso, na primeira página, serão exibidas as categorias Walt Disney Studios, Marvel, Pixar, Star Wars e National Geographic.

Segundo o presidente da Disney+, Michael Paull, o objetivo é que o conteúdo seja mais atrativo que o serviço: “Nós queremos que seja fácil. Não queremos que o serviço seja mais atrativo do que o conteúdo que ele traz”.

Este foi o teaser de divulgação do Disney+ no YouTube:

Já o segundo menu segue a lógica tradicional dos conhecidos algoritmos. A partir de filmes e demais conteúdos consumidos pelo usuário, a plataforma vai sugerir séries ou filmes similares disponíveis no banco de 500 filmes e 7 mil episódios de séries — atualmente, Netflix tem 4 mil filmes e 1,5 mil séries no catálogo.

A expectativa da Disney é que o streaming aumente o contato da empresa com o público cativo construído desde os anos 1920. Assim, o preço inicial da assinatura mensal da Disney+ será de US$ 7 e o pacote anual sai por US$ 70.

E aí, você trocaria a Netflix ou prefere assinar os dois serviços?

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